about

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about me ꕤ Não-binário, 32 anos, pai de uma menina de 6 anos chamada Vivian. Gerente na Club 729 e modelo, morador de Lizhi. Pansexual, divorciado

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bio

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tw: lgbtfobia ✦ Nascido Guo Baiji, o seio da família sempre foi seu maior porto seguro em todas as fases da sua vida e teve um papel importante na sua jornada de autodescoberta. Ele sempre foi diferente, “especial”. Seus pais nunca estranharam o fato dele gostar de “coisas de menina” tanto quanto gostava das “coisas de menino”. Afinal de contas, eles nunca fizeram esse tipo de segregação. E nada mudou, também, quando a criança começou a demonstrar interesse pelos meninos como demonstrava pelas meninas.Desde muito cedo ela se entendeu como pansexual. Mas o processo de compreensão do seu gênero demorou um pouco mais, ainda que sempre tivesse uma grande preferência pela expressão andrógina. Cabelo grande, maquiagem, saias e vestidos. E as coisas pioraram um pouco quando se casou. Sua esposa, que antes era tão compreensiva, tornou-se muito menos liberal e mente aberta. Ela tentava, a todo custo, inibir as expressões de Baiji, seu lado mais feminino e, principalmente, sua atração por outros gêneros.O fato dele ser fiel não importava, pois ela usava a sexualidade dele como justificativa para invadir sua privacidade, ter surtos de ciúme e monitorar cada passo que ele dava. O ponto mais crítico foi quando ela engravidou e passou a usar a gravidez e a criança, que Baiji tanto sonhava em ter, contra ele. A ironia era tão grande que o seu sonho se tornou seu pior pesadelo.Quando a criança nasceu, no entanto, as coisas mudaram da água pro vinho. A mulher se tornou fria e evasiva, tanto com ele quanto com a menina. Ela chegava a ficar dias desaparecida, com Baiji desesperado e sem saber se se preocupava mais com a criança ou com a esposa. Era um caso claro de depressão pós-parto: ela começou a beber, se dopava de remédios, não conseguia olhar para a filha.E ele ficava cada vez mais angustiado, cada vez mais perdido e sem saber o que fazer, para onde correr. Sua sorte era a mesma que sempre teve: sua família. Sem eles, a pequena Vivian não teria tido o suporte que ela merecia. Poucos meses depois e a mulher foi muito categórica quanto ao que queria - ou, melhor dizer, quanto ao que não queria.Assim, ela partiu. Deixando Vivian com Baiji e um sentimento de alívio muito maior do que ele gostaria de admitir. Aos poucos ele conseguiu reorganizar sua vida, morando novamente com os pais considerando o suporte que sua bebê precisava. Aos poucos, também, ele retomou seus trabalhos como modelo. E finalmente conseguiu fazer o que queria há tantos anos e foi tão repreendido: sua transição.Ela não tinha interesse numa transição completa. Sua persona sempre foi uma mistura de tudo ao mesmo tempo em que não era nada. Portanto, sua intenção na transição hormonal era intensificar ainda mais essa dicotomia. Associado a isso, a transição social e também a utilização do nome que escolheu: Qilin.Conforme Vivian crescia, a modelagem dava cada vez mais certo. Associado a isso, ele conheceu um clube maravilhoso do qual se tornou sócio e gerente pouco depois. Qilin agora tinha recuperado o controle total de sua vida, e decidiu se mudar da casa dos pais. Procurando casas, ele ficou sabendo do condomínio Taohua.Independente dos rumores, o lugar parecia ótimo e o visual das casas de Lizhi o atraíram demais para que ela não conseguisse não se mudar.
Agora, ela vive tranquilamente com a filha que acabou de completar 6 anos. Não se importa de ser chamada de Baiji, apesar de deixar clara sua preferência por Qilin ou, então, apenas Bai. Uma versão mais neutra, sem dúvidas. Tornou-se ativa nas questões sociais voltadas aos direitos LGBTQIA+ e pretende fundar uma marca de roupas focada em moda unissex.

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xtras

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ooc ୨୧  Adrian, +18. Não jogo com menores de idade. Prefiro o desenvolvimento orgânico e tenho interesse em todos os temas de jogo.cnns ★  Conexões prévias podem ser combinadas se for do interesse e se a Qilin se encaixar em algo que planeja.

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